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6 de mai. de 2022 Ambiente aquático na região da UTE Candiota

Nesta edição da série de notícias que aborda o Programa de Biomonitoramento Ambiental executado com o objetivo de avaliar as variáveis biológicas nas quatro estações climáticas do ano, no entorno da Termelétrica Candiota, apresentamos parte do ambiente aquático na área de influência da UTE Candiota. A iniciativa faz parte da condicionante da Licença de Operação 991/2010 - 1ª Renovação.

O trabalho é desenvolvido em campanhas trimestrais por pesquisadores e técnicos da Fundação Luiz Englert, vinculada à Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), sob o gerenciamento na CGT Eletrosul do Departamento de Gestão Ambiental e Fundiária e supervisão da Divisão de Gestão Ambiental da Usina Termelétrica de Candiota.

A proposta faz parte do monitoramento limnológico, frente à coleta de microalgas (fitoplâncton) de vida livre, localizadas em rochas (perifiton) submersas nos corpos d’água. São observadas excelentes bioindicadoras para as condições ambientais ligadas à saúde do bioma aquático. Assim como elas, o zooplâncton é coletado trimestralmente, com a filtragem aproximada de 300 litros de água em rede de plâncton. Busca-se, por meio dessa análise, relacionar a biodiversidade com a qualidade do ecossistema aquoso do entorno da termelétrica. Também inserida nesta esfera, está a macrofauna bentônica, a qual agrega seres invertebrados que vivem próximo, sobre ou dentro de substratos de fundo de ambientes aquáticos. O estudo permite a categorização da qualidade da água nesse ecossistema.


Coleta e análise de espécies do ecossistema aquático (Fotos: Fundação Luiz Englert)

1ª Edição: CGT Eletrosul e UFRGS realizam biomonitoramento ambiental na UTE Candiota

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